Passado mais um festival de grandes bandas e grande público, o que fica pra mim é o fim de uma grande encheção de saco e um alívio de não ter mais que responder às mesmas perguntas.
Eu achava que primeiro o problema era estar eternamente dura. Depois o problema era morar em outra capital. Até que um dia eu tinha dinheiro, tinha tempo e vim até São Paulo para um festival. E foi a maior decepção.
Mas não acho que esse seja o motivo. Dessas bandas que vocês dizem adorar (e gostar de verdade ou não é problema exclusivo de vocês), eu não me interesso por nenhuma. Seja nova, seja velha, seja a solução para imunização contra o câncer, eu troco todas elas por um pacote – pequeno – de cheetos.
Longe de mim estar acima do hype. Por exemplo: eu teria ido ao Sónar pra ver Justice e Chromeo. Mas era cada um em um dia, e eu não vejo sentido em pagar R$ 230 pra ver cada banda. Então eu não vou, e não dói. Quer dizer, dói meu saco imaginário quando meus amigos me perguntam estupefatos COMASSIM eu não vou ver OS DEUSES DO KRAFTWERK. Porque eu não conheço um cacete de música deles. E confundo com Devo (é nessa hora que eu abaixo pros ovos não me acertarem). Esse é só um pequeno exemplo.
Mas enfim, esse post era para mais uma vez ilustrar a minha predileção por bandas d’outrora. Dia desses baixei de novo o Tiny Music, do Stone Temple Pilots, e o clipe abaixo me lembrou porque eu gostava tanto da banda. Tanto que naquela noite eu cancelei tudo e fiquei em casa, com a manta nas pernas, ouvindo o som da minha juventude. Satisfeitíssima!








